sábado, 4 de julho de 2020

BRB atende a pedido de Delmasso e prorroga validade de concurso



Na última quinta-feira (2), o deputado Delmasso (Republicanos) pediu ao Banco de Brasília (BRB), a prorrogação do prazo de validade de concurso público para o provimento de cargos de nível médio e superior. No dia seguinte, o Banco anunciou que prorrogará a vigência dos três concursos realizados em 2019


Foto: Renan Alves.

Através do ofício nº 249/2020, enviado ao presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, Delmasso relembrou que o certame ofereceu 113 vagas, nos cargos de Escriturário, Analista de Tecnologia da Informação, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Advogado: “considerando a proximidade do vencimento do certame, e ainda a atual pandemia enfrentada pelo Distrito Federal em razão da Covid-19, que é solicitado que o BRB determine a prorrogação até dezembro de 2021”.

No pedido Delmasso ressaltou que a prorrogação de prazo não traria nenhum prejuízo ao banco, e ainda poderia assegurar aos aprovados a possibilidade de ser convocados no decorrer desse novo prazo. “Remeto a sobredita solicitação na certeza de que é comum a este órgão o interesse de primar pela eficiência do serviço prestado à sociedade”, intercedeu o parlamentar. 

Prontamente o BRB atendeu ao pedido de Delmasso, anunciando na sexta-feira (3) a prorrogação do prazo de validade do concurso. Com a prorrogação, as validades dos concursos passam a ser de 23.11.2021, para os cargos de escriturário; 30.11.2021, para os cargos de Analista de Tecnologia da Informação, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Médico do Trabalho; e 21.12.2021 para o cargo de Advogado.


“A decisão pela prorrogação da vigência dos concursos mostra o cuidado do Banco com as pessoas, um dos pilares da nossa gestão, e é coerente com nosso plano estratégico de expansão”, afirmou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Durante a pandemia, Sicoob DFMil registra recorde no saldo de Poupança



Durante a pandemia do novo coronavírus, o Sicoob - maior sistema de cooperativas de crédito do País - notou que os cooperados passaram a investir cada vez mais na Poupança


Foto: Pedro Paulo.

Se em maio de 2019 a captação da caderneta ficou em R$ 99,9 milhões, este ano, os poupadores guardaram R$ 411 milhões no mesmo mês, um crescimento que supera 300%.

O saldo da Poupança no Sicoob alcançou R$ 7,1 bilhões no quinto mês de 2020. Este valor é 30,8% maior do que o registrado há um ano. Para Luciano Ribeiro, superintendente de Negócios e Desenvolvimento, o crescimento da Poupança se deve, principalmente, à facilidade de movimentação que ela oferece. "Isso somado às características do produto, como segurança e liquidez, faz com que o investidor passe a avaliar ainda mais a Poupança para acumular reservas em um momento de crise", explica.

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgada no ano passado, mostrou que a Poupança é a modalidade de investimento mais escolhida de 65% dos brasileiros. O perfil conservador dos brasileiros também ajuda a explicar o crescimento da Poupança durante a crise do coronavírus. De acordo com o levantamento da SPC Brasil, os principais motivos para o investimento na caderneta são medo de perder dinheiro, costume, não ter sobras para procurar outras aplicações e preferência por aplicação que permita sacar com facilidade.

Além da poupança, no Sicoob é fácil encontrar um investimento que se encaixe com o perfil de cada cooperado, sempre com segurança, liquidez e facilidades para sua movimentação.

Os cooperados que investem no Sicoob ainda concorrem a prêmios, com as promoções "Sorte Assim Só no Sicoob" e "Poupança Premiada". No caso da primeira campanha, são mais de R$ 5 milhões em prêmios. Já na segunda, os números da sorte oferecem a possibilidade de ganhar carros zero quilômetro, kit casa nova e ainda prêmios em dinheiro que podem chegar a R$ 200 mil reais.


O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 420 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quinta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,1 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.

Sicoob DFMil
A cooperativa Sicoob DFMil foi criado em Brasília-DF e se aproxima dos 13 anos de história. Hoje a instituição atua em todo o Distrito Federal. São mais de 7 mil associados atendidos em 29 cidades e R$900 milhões em ativos administrados. Sempre atenta aos compromissos com a sociedade, a cooperativa, ao lado de seus colaboradores e cooperados, promoveu doação de mais de R$60 mil em ações sociais no último ano.

O Sicoob DFMil está localizado na C1 Lote 09/10 Loja 04 - Taguatinga Centro - Brasília/DF (ao lado da agência dos Correios).

Telefones fixos: (61) 3223-0953 | (61) 3344-8707 | (61) 3971-0245

Telefones celulares: (61) 99644-5683 | (61) 99606-0386

E-mail: dfmil@sicoobdfmil.coop.br

Lojas de Materiais de Construção se unem em ação de conscientização no combate ao Covid19

Carros de som estão circulando pelas cidades do DF com informações preventivas para a população, distribuição de máscaras e álcool em gel; a ação é uma parceria das entidades ligadas ao setor com o GDF

O Distrito Federal já ultrapassa 50 mil casos confirmados de coronavírus, um número preocupante e que precisa ser reduzido. Para contribuir na redução de casos e manter a população ciente das ações preventivas e da importância do cuidado entidades ligados a lojas de materiais de construção se uniram numa grande ação de conscientização. A campanha, elaborada pelo, Sindicato do Comércio Varejista de Materiais para Construção (SINDMAC/DF) e a Associação do Comercial de Materiais de Construção (ACOMAC/DF), inclui a veiculação de informações para a população por meio de mais de 70 trios elétricos e carros de som circulando pelas cidades do Distrito Federal.

Para marcar a campanha e chamar a atenção da população, uma grande carreata acontecerá neste sábado (4) nas cidades de Ceilândia e Taguatinga, onde haverá também distribuição de máscaras e álcool. A carreata terá início às 9h30, saindo do Mercado Norte, passando pela Comercial Norte seguindo até Taguatinga Centro, Sandu Norte, seguindo pela Avenida Hélio Prates / Centro Ceilandia/ Fundação Bradesco /  Via Estádio encerrando no Centro de Taguatinga. As cidades estão entre as que têm sofrido com o aumento de casos de contaminação do Covid-19 e o principal objetivo é contribuir com a redução de casos no DF e reforçar as campanhas informativas do GDF.

Carlos Aguiar, presidente do Sindimac, reforça a importância da campanha.  “A população precisa se informar sobre a gravidade do vírus, mas também, precisa saber se prevenir. Estamos buscando levar o necessário, principalmente em bairros mais distantes, onde a população é mais carente e precisa de proteção”, afirma o presidente. Mateus Itajuba, Presidente Acomac/DF também está otimista com a campanha e os resultados da ação. “As empresas do setor abraçaram a causa e estão se esforçando para levarmos informação às Regiões mais afetadas, isso mostra o quanto a união faz a força”, lembra Mateus. 


Serviço:
Grande carreata de conscientização da população no combate ao Covid-19
Data e horário: sábado (4), às 9h30
Local de saída: Mercado Norte
Trajeto:  Comercial Norte /Taguatinga Centro/Sandu Norte/ Avenida Hélio Prates / Centro Ceilandia/ Fundação Bradesco /  Via Estádio encerrando no Centro de Taguatinga.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Data que comemora o dia da policial feminina no DF completa 1 ano




Há 37 anos a primeira turma de mulheres ingressou na corporação, hoje elas ocupam diversas especialidades chegando a assumir o cargo de Comandante Geral em 2019

No dia 1º de julho, comemora-se o dia da policial militar feminina no Distrito Federal. Instituída em julho de 2019 pela Lei nº 6.285/2019 de autoria do deputado distrital Hermeto, a data é um marco de grande representatividade refletindo a importância da presença da mulher dentro da tropa. 

A data foi escolhida em homenagem à primeira turma de mulheres que ingressaram na Polícia Militar do Distrito Federal, em 1° de julho de 1983 para somar junto as fileiras na segurança e paz social, somente a partir de 1985 tornou-se possível para as mulheres terem acesso ao oficialato da PMDF.

Após 36 anos da inclusão da mulher na Policia Militar, existem policiais femininas nas mais diversas especialidades da PMDF, onde foi nomeada a primeira comandante feminina para o Comando Geral da Policia Militar do Distrito Federal, Coronel Sheyla, confirmando que as mulheres possuem sensibilidade e capacidade para ocupar todos cargos militares.

Em 2019 o deputado Hermeto realizou uma sessão solene em homenagem ao dia da policial militar feminina no DF, o evento ocorreu na CABE e recepcionou aproximadamente 150 policiais femininas, este ano por conta da pandemia as homenagens serão por vias eletrônicas. 

“Infelizmente este ano não poderemos nos reunir para comemorar o dia da PM feminina do DF, devido ao período de pandemia em que estamos vivendo, mas não poderíamos deixar de lembrar desta data tão importante. A garra e a destreza inerente a mulher são qualidades que enriquecem nossa corporação e merecem ser reconhecidas.”

Por Larissa do Vale

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Associação de Doadores de Sangue de SP reclama da demora da Anvisa e MS para liberar doação de sangue por homossexuais

Presidente da Associação, Sérgio Valentim, enviou ofícios à Anvisa e Ministério da Saúde solicitando providências; os órgãos são responsáveis por enviar orientação aos hemocentros permitindo doação após votação do STF

No mês passado, por uma votação de 7 votos a favor e 4 contra, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a proibição de doação de sangue por homens homossexuais e bissexuais (e/ou suas parceiras) é inconstitucional. Passado mais de um mês da decisão, e embora os bancos de sangue estejam cada vez mais baixos por conta da pandemia, a situação continua igual. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária se recusa a cumprir a ordem, com o argumento de que espera até o fim da referida ação direta de inconstitucionalidade.

Os hemocentros, por sua vez, aguardam novas orientações do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), sem as quais continuam não aceitando as doações de sangue de gays.

Para tentar uma solução, o presidente da Associação de Doadores Voluntários de Sangue do Estado de São Paulo, Sérgio Valentim, enviou ofícios para o Ministério da Saúde e da Anvisa, solicitando a regulamentação e o imediato cumprimento da decisão do STF.

Para o presidente da Associação, além de uma questão humanitária, esta é uma questão crucial para salvar vidas neste momento. Para ele, o ponto fundamental não é a orientação sexual, mas a postura e os cuidados tomados. “Por este prisma, as razões alegadas pelas autoridades para manter homens que mantiveram relações sexuais com outros homens nos meses antecedentes no rol de inabilitados para a doação de sangue não cabem mais”, reforça.

A entidade também vem mobilizando a sociedade, com campanhas de conscientização, além de buscar sensibilizar os parlamentares para a questão. Neste sentido, a ADVS-SP enviou correspondência para o Governo de São Paulo, Secretaria de Saúde, além de parlamentares da bancada de São Paulo e da Frente parlamentar de Saúde. “Na nossa avaliação, o argumento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária não está de acordo com a legalidade, pois independente de ser de natureza provisória ou final, ela deve ser cumprida”, afirma Sérgio Valentim.

Outra ação tomada pela Associação neste sentido, é  a criação de uma petição pública. “Entendemos que, em vez de restringir, o Governo deveria incentivar e facilitar a atuação solidária de quem quer que seja”, afirma Sérgio Valentim. “Precisamos de mais doações de sangue. Cada doador pode salvar até quatro vidas”, completa Sérgio, que ainda aguarda uma resposta dos órgãos acionados.

Serviço
Associação dos Doadores Voluntários de Sangue do Estado de Sao Paulo (ADVS-SP)
Endereço: Estrada do Capuava, 4.421 - Bloco B - Sala 121 - Paisagem Renoir - 06715410 Cotia, Tel.: (11) 3090-4283 / (11) 93351-8937

Após denúncias, justiça proíbe morador de promover festas em apartamento

A multa para o morador pelo descumprimento é de R$5 mil para cada evento registrado; a decisão foi publicada nessa quarta-feira, 24/06, pelo Juiz da 4ª Vara Civil de Brasília

Em tempos de pandemia, e com restrições a aglomerações impostas pelas autoridades de saúde, as reuniões e festividades dentro dos condomínios, incluindo nas áreas privadas, vem sendo monitoradas pelos síndicos e pelos próprios moradores. Os condôminos apontam as irregularidades para a administração, que tem a obrigação legal de tomar as devidas providências.

Exemplo disso foi a recente ação promovida pelo condomínio Brisas do Lago, após denúncias de moradores. Segundo o síndico, o morador vinha utilizando o imóvel para promover festividades, desrespeitando tanto as regras sanitárias de isolamento, quanto o limite de emissão sonora. A decisão dada pelo Juiz da 4ª Vara Civil de Brasília, contrária ao réu, foi publicada nessa quarta-feira (24/06). Sobre a decisão do Juiz, caso o réu descumpra, será punido com multa de R$ 5 mil por eventos registrados.

Para  Nicson Vangel especialista em assuntos condominiais e CEO da Âncora Condomínios, a decisão do Juiz da 4ª Vara Civil de Brasília contrária ao réu, fortalece o papel dos síndicos como mediadores e  a necessidade de punição para os moradores que ainda não estão seguindo as orientações das autoridades de saúde no combate ao novo Covid-19. “O artigo 1348 do Código Civil confere ao síndico o poder para tomar decisões que garantam a segurança da coletividade. Em casos como esse, o gestor precisa notificar, multar e ocorrendo reincidência, chamar autoridades”, orienta Nicson.     

O assunto esteve em destaque, recentemente, também, durante a discussão  do texto do Projeto de Lei 1.178/20, aprovado em abril no Senado. A nova legislação criou um regime jurídico especial, com regras transitórias, para vigorar durante a pandemia do Covid-19, onde os síndicos passariam a ter mais autonomia para restringir ou proibir a realização de reuniões, festas, uso do estacionamento por terceiros. Publicada no dia 12 de junho,  a Lei nº 14.010/2020, teve trechos vetados pelo Poder Executivo, que justificou que a legislação já dispõe de mecanismos apropriados.

Para Nicson Vangel, os síndicos em um papel fundamental precisam estar preparados e alinhados com a lei para para que não haja invasão de privacidade, e a falta de preparo não gere maiores conflitos. Já aos moradores, cabe o bom senso “O direito de um termina onde começa o direito do outro. Atitudes como a deste morador causam prejuízos para toda a coletividade, completa o consultor.

Sobre a Âncora Condomínios - Com mais de 12 anos de atuação no mercado, a Âncora Condomínios presta serviços como administradora de condomínios, gestão sustentável, consultoria em administração e mediação e conciliação extrajudicial. Como diferencial, oferece aos clientes o programa Inadimplência Zero, modernas práticas administrativas e alta tecnologia que possibilitam comunicação rápida através de aplicativos.

SERVIÇO
Âncora Condomínios
Endereço: Sede: Rua Copaíba, 01 – Ed. DF Plaza, salas 913 a 920, Torre A -Águas Claras – DF/

quinta-feira, 4 de junho de 2020

”Turismo Cívico e Pedagógico para o Brasil e o Mundo” é chancelado pelo Ministério do Turismo

Jovens do Brasil inteiro, em ações planejadas com o trade turístico, visitarão a Capital por meio do projeto da Setur-DF

Foto: Roberto Castro.

A secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, apresentou nesta quarta-feira (3) os principais projetos para o desenvolvimento do turismo na capital ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O destaque foi o programa “Brasília, Capital do Turismo Cívico-Pedagógico para o Brasil e o Mundo”, elaborado pela Setur-DF desde o início de sua gestão e que engloba uma séria de ações para promover o segmento.

O produto de Turismo Cívico Pedagógico tem como objetivo trazer estudantes de todo o país para conhecerem a capital federal e sua história. “Essa é uma ação muito relevante da Setur-DF, que une as secretarias de Turismo e Educação de todo o país, e para nós será uma honra contar com o apoio institucional e mercadológico do Ministério do Turismo para proporcionar que jovens estudantes brasileiros tenham condições de conhecer a capital do país ”, afirmou a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça.

O projeto piloto foi implementado em 2019, com a participação de centenas de estudantes da rede pública do Distrito Federal, em um roteiro de três dias com visitas guiadas por monumentos, espaços cívicos e históricos da Capital. Foram apresentados conteúdos pedagógicos e atividades interdisciplinares alinhadas ao currículo escolar da educação básica. A viabilização do programa é um esforço conjunto entre a Setur-DF, o Grupo VOETUR e a Gol Linhas Aéreas e conta com apoio da Fecomércio-DF. “Ampliar o alcance e possibilitar que jovens estudantes de todo o Brasil tenham direito de conhecer a capital do seu país, por meio do Turismo Cívico Pedagógico em Brasília, é um dos nossos principais compromissos”, completou a secretária.

Três temas fundamentais dão base às visitações: a transferência da capital do Brasil e a sua construção no centro do país; a capital federal enquanto símbolo nacional da República Federativa do Brasil; e a cidade planejada, considerada obra prima do gênio criativo humano e Patrimônio Cultural Mundial pela Unesco.

Desde o início da gestão, a Setur-DF vem promovendo importantes ações e projetos de fomento ao turismo cívico em Brasília. O projeto âncora de estruturação desse segmento foi a ressignificação da solenidade da Troca da Bandeira Nacional, que teve seu escopo ampliado para uma Manhã Cívica Cultural. Dentre as ações complementares a este evento, destacaram-se a primeira Mostra de Turismo Cívico, realizada na Semana da Pátria, e a inclusão do mês de setembro no Calendário Oficial do DF como mês do Turismo Cívico.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, ressaltou a importância da capital como destino turístico. “Brasília é muito mais do que a gente imagina. Precisamos desmistificá-la e começar a apresentá-la como um dos principais destinos turísticos do nosso Brasil. Precisamos que Brasília esteja no centro dessa promoção nacional e que as pessoas conheçam realmente a nossa capital, que tem uma gastronomia fantástica e recursos naturais ímpares”, destacou o ministro.

“Com certeza Brasília está entre as cidades mais belas do país. Temos uma estrutura de alto padrão e a oferta de serviços e equipamentos de qualidade para quem visita a capital do país. Além do mais, a nossa cidade possui um alto potencial para o desenvolvimento do turismo cívico. Logo, é extremamente importante criar ações que conscientizem os visitantes no que diz respeito a cidadania e a política para que resgatem o valor do patriotismo pelo nosso país”, reforçou o deputado federal Júlio César, que também esteve presente.

Também participaram do encontro o secretário Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, William França, e o secretário Nacional substituto de Estruturação do Turismo, Hercy Ayres Rodrigues Filho.

Juntos por Brasília, Juntos pelo Turismo
Em primeira mão, o ministro pode assistir ao novo vídeo do movimento “Juntos pelo Brasil, Juntos pelo Turismo”, que reúne o depoimento de 19 entidades do trade em torno de um único propósito: a retomada célere e robusta do turismo em Brasília após a pandemia do Covid-19.

O manifesto #juntosporbrasilia e #juntospeloturismo é um chamado que vem da necessidade do setor e pretende gerar uma grande onda de apoio à capital Patrimônio Mundial da Humanidade. Ao mesmo tempo que está entre as atividades mais afetadas pelo coronavírus, o turismo também pode ser um grande aliado na recuperação econômica após a pendemia, já que possui um imenso poder de fomentar a economia e tem uma cadeia que abraça desde o micro e pequeno empreendedor até grandes corporações.

No total, 19 entidades do DF apoiam a causa, englobando o setor hoteleiro, gastronômico, entidades ligadas a produção de eventos, associações e federações ligadas ao turismo e ensino superior, além de diversos sindicatos do setor. Entre elas, estão a Associação Brasiliense das Agências de Turismo Receptivo (ABARE), Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), Brasília e Região Convention & Visitors Bureau (BRCVB), Câmara de Turismo e Hospitalidade , Centro de Excelência em Turismo da UnB, Fecomércio-DF, Sesc, Senac e Instituto Fecomércio-DF, Federação dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (FETRATUH), FIBRA, Sindicato das Empresas de Turismo do DF (SINDETUR).



Fotos: Roberto Castro.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

7 dicas de presentes para fugir das aglomerações e deixar o dia dos namorados mais romântico

O isolamento social trouxe um novo desafio para as datas comemorativas. Tanto o comércio quanto os clientes estão passando por um processo de inovação na adaptação do novo cenário. O dia dos namorados, data conhecida por movimentar restaurantes, hotéis, shoppings centers, contará com a criatividade dos casais apaixonados para manter as exigências dos órgãos responsáveis pela a saúde, que orientam para evitar aglomerações. O Home Center Castelo Forte, que possui um sistema de televendas, e lojas preparadas para receber as pessoas com toda segurança, elencou alguns dicas de presente para os casais aproveitarem juntos a quarentena.

Para Bosco Almeida, coordenador de marketing do Home Center Castelo Forte, a principal dica é criar um cenário romântico em casa, composto por produtos que poderão estar presentes em diversos momentos entre os casais. “Com a quarentena, as pessoas estão mais próximas e mais em casa, então nada melhor que investir em um presente que vai criar um valor afetivo, e vai ficar como memória dos bons momentos”, sugere ele. A equipe separou produtos que podem compor desde uma mesa de café da manhã até um jantar mais romântico, com direito a tábuas de frios e vinho.

Dica 1) Canecas decorativas para compor o café da manhã na cama e Arranjo de Flores artificias para decorar a mesa
Dica 2) Porta retrato com a foto do casal  
Dica 3) Jogo de talheres para pizza e aventais divertidos
Dica 4) Conjunto de tábua de queijo/frio para compor a mesa posta Dica 5) Champanheira de acrílico e taças diversas
Dica 6) Caixa de som. Com um toque de amor 
Dica 7) Churrasqueiras portáteis

Mas a lista de possibilidades não para por aí e pode surpreender os mais desavisados. Além de objetos e decoração, flores, louças e objetos para a cozinha, passando por eleitor eletrônicos, a criatividade  é o limite. Entre as sugestões de presentes, para quem conta com um pouco mais de recursos, pode estar a reforma do quarto, ou do banheiro da suíte do casal, e até uma banheira de hidro massagem. Por que não? “Estamos aprendendo a encontrarmos saídas criativas para os clientes, e com fim dessa pandemia, teremos uma relação ainda mais próxima entre empresa e público”, aponta Bosco.

Serviço:
Home Center Castelo Forte traz sugestões de presentes inusitados para quem quer evitar a aglomeração no Dia dos Namorados

Unidades / Endereços:
Home Center Castelo Forte Samambaia - QD 302 Cj. 08 Lt. 02 - Centro Urbano Samambaia

Home Center Castelo Forte Recanto das Emas - QD 104 Av. Recanto das Emas Lts. 12 e 13

Home Center Castelo Forte Vicente Pires - Centro Urbano CH 135/2 Via Estrutural

Home Center Castelo Forte Ceilândia - QNM 33 Av. Hospital Regional

Telefone: (61) 3358-1011
Site: https://www.casteloforte.com.br/

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Síndicos passam a ter mais autonomia com a aprovação do PL 1179 que cria regime jurídico emergencial durante pandemia

Com mais poder de decisões, síndicos passam a restringir ou proibir festividades ou aglomerações dentro das unidades

O projeto de lei PL 1.179/20, que cria um regime jurídico especial, com regras transitórias, para vigorar durante a pandemia de Covid-19 está gerando debate entre síndicos e moradores de condomínios.
De acordo com o texto, que segue para sanção presidencial, síndicos passam a ter mais autonomia para restringir ou proibir a realização de reuniões, festas, uso do estacionamento por terceiros. Nicson Vangel especialista em assuntos condominiais e CEO da Âncora Condomínios, aponta possíveis divergências causadas pelo PL.

Aprovado no Senado no mês de abril, o texto enviado para a Câmara dos Deputados foi modificado e retornou ao Senado. Como o substitutivo foi rejeitado, o projeto agora segue para sanção presidencial. No texto, síndicos passam a ter mais flexibilidade dentro das unidades, e esse é o ponto a ser debatido. Para Nicson Vangel essa autonomia poderá ser reavaliada. “É preciso avaliar a interferência direta nas unidades dos condomínios. Com a aprovação do PL os órgãos responsáveis pela a intervenção, em caso de festividades ou aglomerações, não precisaram ir até o local, o síndico poderá interferir, e a falta de preparo e até mesmo o abuso na privacidade podem gerar maiores conflitos”, destaca Nicson.

O texto ainda aponta a permissão na realização de assembleias virtuais até 30 de outubro, incluindo eleição ou destituição de síndicos, restringe a utilização de áreas comuns, restringe ou proíbe a realização de reuniões, festas, uso do estacionamento por terceiros.  As restrições não se aplicam para atendimento médico, obras de natureza estrutural e de benfeitorias necessárias.


Sobre a Âncora Condomínios - Com mais de 12 anos de atuação no mercado, a Âncora Condomínios presta serviços como administradora de condomínios, gestão sustentável, consultoria em administração e mediação e conciliação extrajudicial. Como diferencial, oferece aos clientes o programa Inadimplência Zero, modernas práticas administrativas e alta tecnologia que possibilitam comunicação rápida através de aplicativos.


SERVIÇO

Âncora Condomínios
Endereço: Sede: Rua Copaíba, 01 – Ed. DF Plaza, salas 913 a 920, Torre A -Águas Claras – DF/
Para baixar a campanha acesse o site :www.ancoracondominios.com.br 
Para doação: http://vaka.me/986371 

terça-feira, 26 de maio de 2020

O Beneditta Cozinha e Bar elaborou um cardápio de petisco especialmente para o delivery durante a quarentena

Os finais de semana já não são mais os mesmos desde o início da pandemia do Covid-19. Com os bares e restaurantes fechados por recomendação das autoridades de saúde, como uma das medidas para evitar a proliferação do vírus, as opções de lazer tem se reduzido às lives com cantores famosos. E para acompanhar o modão das duplas sertanejas ou o axé da baiana Ivete Sangalo, a galera pede uma bebida e aquele petisco no capricho.

Para colaborar com o isolamento e garantir que ninguém precise sair de casa, o comércio está se adaptando e aderindo ao delivery não apenas no cardápio do dia a dia, mas também nas "comidas de boteco". “É desafiadora a situação que nos encontramos com o isolamento, então precisamos nos reinventar e sermos criativos. O delivery é uma boa saída para nos mantermos ativos e continuarmos atendendo aos clientes”, afirma Bruno Figueiredo, um dos sócios da casa.

Com a recente reforma onde antes adotava um conteito de uma cantina italiana, servindo pizzas e massas, tanto à la carte como rodízio de pizzas, o Beneditta Cozinha e Bar passou a ter mais estrutura e oferecer para seus clientes um espaço e um cardápio amplo. A casa já estava inserida no formato delivery, e para atender uma demanda crescente com a quarentena, adaptou o seu cardápio com um formato mais descontraído. "As maratonas de séries, as tão esperadas lives garantem a animação do happy hour em casa e o nosso cardápio foi criado para atender essa demanda”, explica Bruno.

Quem gosta de uma cervejinha e um petisco para acompanhar e diminuir a saudade dos encontros sociais e barzinhos, o cardápio do Beneditta Cozinha e Bar, conta com itens como as Isca de Filé de Tilápia(R$ 59,90); a tradicional Picanha na chapa (R$ 79,90); Bife Ancho (R$ 59,90), todos com direito a 3 acompanhamentos como mandioca, feijão tropeiro, batata frita e outros a escolha do cliente.   Porção de pasteizinho 12 unidades e Porção de mini quibe 20 unidade (R$19,90) também tem grande saída, assim como o Camarão à Beneditta para duas pessoas (R$ 79,90). "A ideia é deixar o isolamento mais descontraído e saboroso, como se tivesse no barzinho mesmo”, completa.

Além do cardápio de petiscos, a casa conta com opções de pratos para almoço e jantar, como o camarão ä moda da casa (estilo camarão internacional) e a parmegiana de frango ou carne, que são dois carros-chefe da casa. Sem falar nos mais de 40 sabores de pizzas, com massa artesanal, e ingredientes selecionados, que já fazem a fama da casa na região. Os pedidos podem ser feitos direto pelo telefone ou whatsapp do restaurante (61) 3373-3675 / 3372-8198, ou pelos aplicativos de entregas. 


Sobre o Beneditta - Nascida em 18 de agosto de 2015, com conceito de uma cantina italiana, a casa serve pizzas e massas, tanto à la carte como rodízio de pizzas. Recém reformada, para oferecer mais estrutura aos clientes, conta com espaço kids com monitora, bar de drinks, fraldário, música ao vivo aos sábados e outras comodidades. Não à toa, se transformou em um point das famílias da região e uma referência para as comemorações. Conta também por uma reformulação do cardápio, com diversidades de pratos, sendo: carnes, frutos do mar e massas variadas. Atualmente em sua direção tem dois sócios: Bruno Figueiredo e Ricardo Fernandes.

SERVIÇO
Beneditta Cozinha e Bar lança cardápio de petiscos no serviço de delivery
Endereço:  QNM 34 Cj. "I" Lt. 34 - Taguatinga, Brasília, DF.


Telefone: (61) 3373-3675 / 3372-8198 

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Sanciona Ibaneis: PLC35 do Auxílio Emergencial Distrital


Salário mínimo para os desempregados pelo coronavírus


No dia 14 de abril foi aprovado em segundo turno no plenário da Câmara Legislativa o Projeto de Lei Complementar 35/2020, de autoria do vice-presidente da Casa, deputado Delmasso (Republicanos-DF). O projeto cria o Benefício Emergencial de Preservação da Renda para os trabalhadores que foram demitidos em função da crise financeira advinda da pandemia de Covid-19 .

Para os desempregados receberem esta ajuda falta agora a sanção do governador, Ibaneis Rocha. Diferentemente do coronavoucher e outros auxílios do governo que amparam autônomos, pessoas de baixa renda, inscritos no cadastro único e microempreendedores, o benefício proposto pelo deputado Delmasso será exclusivamente pessoas que perderam o emprego em função da pandemia de coronavírus. A medida vai beneficiar 16.586 pessoas que perderam os empregos no Distrito Federal.

O valor do benefício será de um salário mínimo, R$ 1.045,00, repassado em três parcelas. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação desenvolverá um aplicativo para os cadastros dos desempregados, a Secretaria do Trabalho vai validar as informações e a Secretaria de Economia efetuará os pagamentos via Banco de Brasília (BRB).

Elber Santana Alves, de 21 anos, ex-agente de negócios da Motorola foi dispensado do trabalho, dia 1º de abril. Segundo Elber, outros cinco colegas também foram mandados embora. “Esse auxílio será muito importante para nós, pois dependíamos do nosso salário e não sabemos agora quanto tempo vai durar esta quarentena. Minha mãe também está afastada do trabalho pelo mesmo motivo, então este benefício proposto pelo deputado Delmasso vai ajudar muito”.


O Plano Emergencial de Manutenção da Renda tem os objetivos de: preservar a renda das famílias e reduzir o impacto social por causa das consequências do estado de calamidade pública e de emergência da saúde pública. O benefício será custeado com R$ 52 milhões oriundos do Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP-DF).

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Sancionada lei que obriga condomínios a denunciarem casos de violência doméstica e familiar no DF


Depois de virar lei em mais de 25 estados e 400 municípios brasileiros, chegou a vez do Distrito Federal, fazer e aprovar a sua lei que fala das obrigações dos síndicos de condomínios no DF, sobre a suspeita de atos de violência contra mulheres, crianças, adolescentes ou idosos em apartamentos ou áreas comuns dos condomínios. Os síndicos terão que acionar a polícia caso sejam avisados por algum morador ou presenciar algum ato de violência


A conscientização da população sobre a importância de denunciar os casos de violência doméstica e familiar está aumentando, mas foi preciso tomar outras medidas. Foi sancionada nessa segunda-feira (13/04) a lei n° 6.539/2020, de autoria do vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), que torna obrigatória a denúncia de casos de violência doméstica e familiar, pelos condomínios residenciais.

Segundo o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Robson Cândido, essa iniciativa é digna de aplausos. “As mulheres continuam sendo vítimas de violência doméstica, principalmente em condomínios e durante este isolamento social. Traz essa responsabilidade não somente como síndico, mas também como cidadão”, alertou.

O diretor-geral da PCDF, Robson Cândido, também afirmou que o ideal é que o síndico entre em contato com a Polícia Civil através do 197 ou com a Polícia Militar através do 190. “Ele tem que identificar o apartamento e relatar os fatos sobre a violência. Os síndicos e os vizinhos ouvem o barulho e sabem quando têm algum tipo de violência doméstica”, disse. 

Diretor-geral da PCDF, Robson Cândido - Foto. Udson Fábio

Um levantamento feito pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos revelou que, no ano passado, o Disque 100 registrou um aumento de 13% no número de denúncias sobre violência contra idosos, em relação ao ano anterior. No caso das mulheres, são 3.739 homicídios dolosos no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios.

Para Delmasso a denúncia em casos de violência doméstica e familiar é o resultado de uma mudança de mentalidade. “Muitas vezes as pessoas se calam ao ver um caso de violência por medo, ou simplesmente por não querer interferir, mas temos que mudar essa mentalidade, precisamos cuidar uns dos outros”, disse.

Deputado Delmasso - Foto: Cesár Rodrigues.

Síndicos e administradores precisam denunciar imediatamente caso flagrem situações de violência doméstica e familiar. Multa de até R$ 5 mil é prevista caso lei não seja cumprida.  A lei também é importante para inibir a prática de violência contra a mulher, que pode ser crescente neste período de confinamento necessário em decorrência do coronavírus. Briga de marido e mulher a gente tem que meter a colher, sim. O síndico é responsável por isso e nessa época de confinamento isso está muito propício a acontecer, então a lei é muito louvável. 

O presidente da Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais no Distrito Federal - ABRASSP/DF, Davi Shamballa Silva Brussolo, que fez um pronunciamento nas redes sociais e falou. "Neste momento delicado que estamos vivendo, venho falar da nova lei n° 6.539/2020 de autoria do deputado distrital, Rodrigo Delmasso, que trata de violência doméstica em condomínios do Distrito Federal, sendo que outros estados já haviam regulamentado o assunto. A lei entrou em vigência agora no dia 13 de abril e este novo marco legal obriga os síndicos e gestores condominiais a comunicarem imediatamente aos órgãos de segurança pública todos os casos de violência doméstica. Qualquer cidadão de bem pode fazer uma denúncia anônima, mas a lei prevê advertência e multa aos gestores condominiais, entendo que lei estabelece aquilo que deveria ser a nossa base moral perante a sociedade, o compromisso de cuidar e garantir a segurança da nossa comunidade, este é o princípio maior que deve nortear qualquer líder comunitário. Faço uma reflexão para lembrarmos que todos nós somos filhos do maior presente da humanidade, a mulher e que a educação e cuidado, nós queremos para os nossas crianças, adolescentes e idosos se fecharmos os olhos para a violência doméstica em nossos lares, no lar de nossos vizinhos e da nossa comunidade, não vamos repetir os erros do passado, violência só gera violência. Deixo aqui esta reflexão para que assim como o vírus COVID-19, a violência doméstica tenha cura e seja extinta dos nossos lares. Deixo um carinhoso abraço para todos", finalizou o Shamballa.

Presidente da ABRASSP/DF - Davi Shamballa -Foto: Print vídeo.

De acordo com o presidente nacional da Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais - ABRASSP, Paulo Melo, a sanção da lei ajuda a coibir os casos de violência em condomínios. “Recebemos a notícia de maneira muito positiva. Vários estados já adotaram medidas assim. Chegou a vez do Distrito Federal. Vai melhorar muito e as pessoas vão ter mais responsabilidade quando assumirem cargos de síndicos também. Se ficarem sabendo de alguma coisa, não poderão deixar de dar essa informação. A gente percebe mulheres sofrendo agressões, assim como crianças apanhando, ou idosos mal cuidados. Então, a lei é importante para defender os mais vulneráveis”, disse Paulo Melo.


Presidente da ABRASSP Brasil, Paulo Melo - Foto: Paulo Alves.

Por fim o senhor Geraldo Queiroga, síndico do Edifício Natália, no Guará comentou as reflexões do SindiCONDOMÍNIO-DF sobre a lei nº 6.539/2020, e falou. "Li com atenção o arrazoado defendido pelo SindiCONDOMÍNIO-DF, sobre a lei nº 6.539/2020, e para mim os argumentos não se sustentam e contrariam o interesse público. Não hão de prevalecer, torço e acredito. Concordo com o presidente da ABRASSP/DF,  o senhor Davi Shamballa, que a discussão do mérito deve ser encerrada e que o o debate agora se dê nas audiências públicas que precedem a regulamentação da nova legislação. Importante enfatizar que essa norma vem amparar os síndicos, que passarão a agir segundo a LEI, ao invés de atuar como delatores, como acontecia antes, inclusive se expondo a intimidação e represálias pelas partes agressoras. Siga em frente e ignore as críticas", comentou o síndico Queiroga.

Síndico Geraldo Queiroga - Foto: Facebook.

É importante que os síndicos se documentem para evitar eventuais punições. É mais uma preocupação para o síndico. Operacionalmente nãos sabemos se a lei vai surtir algum efeito, mas eu orientaria aos síndicos que, tomando conhecimento de algum caso, chamem o 190 e registrem caso eles não venha, devido ao aumento da demanda, por exemplo, façam boletim online. É muito importante que os síndicos estejam documentados de que tentou tomar providências para resolver o problema.

Os moradores dos conjuntos residenciais ou condomínios que presenciarem devem comunicar imediatamente os casos de agressão o síndico ou a administradora de condomínios, tendo seu sigilo preservado. De acordo com o texto da lei, por sua vez, os síndicos ou as administradoras de condomínios devem denunciar as agressões à Delegacia Especializada da Defesa da Mulher.

Agora é lei a proposta que obriga os responsáveis por condomínios residenciais e comerciais do DF a comunicarem a polícia indícios ou casos de violência doméstica ocorridos em suas unidades ou áreas comuns. Após aprovação unanime na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o projeto foi sancionado pelo governador Ibaneis Rocha.

Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que em 2018 o Brasil atingiu o recorde de registros de lesões corporais dolosas em decorrência de violência doméstica, com 263 mil casos. Isso significa que, a cada 2 minutos, uma mulher se deslocou até uma delegacia de polícia para denunciar que tinha sido agredida pelo companheiro. O mesmo levantamento aponta que 60 mulheres foram vítimas de feminicídio no DF em 2019.

A lei nº 6.539/2020, se destina também a proteger crianças, adolescentes e idosos. Sancionada na segunda-feira (13/04), entra em vigor após a regulamentação pela Secretária de Segurança Pública e GDF.

A norma determina que os condomínios fixem cartazes ou placas nas áreas comuns dos residenciais sobre a lei e incentivando os moradores a avisarem o síndico quando souberem de casos de agressão.

O texto prevê que os condomínios que descumprirem a lei devem ser advertidos. Os reincidentes deverão ser multados. Os valores arrecadados devem ser destinados a fundos de proteção aos direitos das mulheres, crianças, adolescentes e idosos.

O projeto de lei prevê multa para os condomínios que não contribuírem com as denúncias ou informações para identificação das vítimas ou possíveis agressores. Síndicos e administradores que por ventura não façam essa notificação dentro das 24 horas, e essas notificações são previstas na própria lei penal, que estariam cometendo omissão de socorro.

Muitas vezes as mulheres, crianças, adolescentes ou idosos, estão em sitação de tanta vulnerabilidade, que são mortos e espancados sem ter voz para reclamar. Enquanto muitos vizinhos escutam e fazem de conta que não porque em briga de marido e mulher ninguém mete a colher. Não estamos dizendo para ninguém meter o pé na porta de ninguém e entrar. Mas convidando todos do condomínio pra colocar o dedo no telefone e chamar a polícia. 

Que coloque o dedo no telefone e avise ao síndico. A nossa sociedade tem que parar de ser omissa com a violência. Nós precisamos entender qual é o nosso papel na sociedade. Cada um tem responsabilidade sobre seus atos. Assim, podemos contribuir para que cada vez mais os agressores fiquem coibidos de praticar este tipo de ato. Acreditamos que toda e qualquer ideia que possa trazer paz e tranquilidade para os lares brasileiros merece a atenção dos legisladores Brasileiros.