segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Brasília deve receber Moto GP no segundo semestre de 2014

Na Inglaterra, Federação Internacional de Motociclismo aprova plano de reestruturação do autódromo Nelson Piquet para evento
 
 Em missão internacional à Inglaterra, o governador Agnelo Queiroz e comitiva apresentaram, hoje, à Federação Internacional de Motociclismo (FIM) o projeto de restruturação do Autódromo Internacional de Brasília, para receber o campeonato de Moto GP de 2014. A reunião foi realizada no Circuito de Silverstone (a 120 quilômetros de Londres), que abriga a edição deste ano.

“O comitê de segurança da FIM aprovou o plano e indicou algumas mudanças estruturais que, se forem realizadas, ficaremos muito felizes em retornar ao Brasil com o campeonato”, disse o presidente da Dorna Sports (empresa detentora dos direitos do evento), Carmelo Ezpeleta.

Segundo Ezpeleta, o projeto também foi apresentado aos pilotos das categorias Moto2 e Moto 3, que constituem o campeonato. “Eles gostaram muito do traçado que o autódromo vai ter, e esse termômetro é importantíssimo para nós”, completou.

De acordo com o governador, até o próximo ano as reformas estarão prontas. “Vamos começar a trabalhar imediatamente e cumprir com a nossa parte para ter a prova incluída no calendário de eventos do ano que vem. O Distrito Federal vai receber esse grande Prêmio, que há 10 anos não é realizado no Brasil”, sinalizou o governador.

A partir de agora, Agnelo Queiroz e os secretários Odilon Frazão (Assuntos Internacionais), Ugo Braga (Comunicação) e Julio Cesar Ribeiro (Esporte) – que integram a comitiva - reunirão esforços para que o evento seja realizado no segundo semestre de 2014.

A MotoGP é a prova máxima do Grande Prêmio de Motociclismo e a última prova do Mundial no Brasil foi em 2004, no Rio de Janeiro. “A ida do campeonato para Brasília não apenas leva ao DF mais um evento esportivo de alto nível, como é uma grande fonte de oportunidades e investimentos. É certamente mais um passo rumo ao objetivo de transformar Brasília em uma cidade global”, explica Odilon Frazão.

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